Reflexão sobre os filmes A ULTIMA HORA, HOME e VERDADE INCONVENIENTE


Poraires- Postado em 21 abril 2013

Os alunos devem publicar abaixo, em comentários (não publicar novo post), uma reflexão sobre temas tratados nos filmes assistidos e indicados em sala de aula, observando os comentários já postados pelos colegas nesta postagem. A partir disto, acrescentar a discussão novas dimensões do tema, evitando-se repetições.

O filme “A última hora” é um documentário dirigido por Leonardo Di Caprio, ano de 2007, sobre aquecimento global, no qual, faz relatos sobre o uso irracional dos recursos naturais, principalmente combustíveis fósseis, cuja as conseqüências surgiram a partir da revolução industrial, através da produção em larga escala e consumo de massa, com o homem e seu modo de pensar no centro do problema. Hoje, o homem é o principal causador do problema e somente ele poderá salvar o mundo de conseqüenciais não mensuráveis e o risco da extinção da sua espécie.

O filme é legitimado e endossado por depoimentos de cientistas, políticos, empresários e personalidades ligadas ao terceiro setor. Discute-se e alerta-se para a forma como, hoje, a busca pelo crescimento econômico e contínuo, objeto de desejo do capitalismo, implica na destruição dos recursos renováveis e não-renováveis e, do não aproveitamento da totalidade dos recursos explorados. O petróleo, combustível fóssil que permitiu a sociedade avançar em seus métodos de vida com a criação de aparatos tecnológicos, comunicação e transportes está se esgotando e através do mau uso do homem dos produtos gerados tem provocado grandes desperdícios de recursos e cria lixos com problemas na degradação no meio ambiente.

O uso em larga escala de carros e combustíveis nas grandes cidades poluem a cada dia mais o ar, gera problemas de saúde e contribui com a destruição da camada de ozônio e no aquecimento global, implicando em inúmeros fatores de proporções catastróficas: derretimento das geleiras, aquecimento da temperatura da água do mar, aquecimento global, chuvas fora do ciclo, extinção de diversas espécies da fauna e flora e etc.

Assim, o documentário cumpre bem o seu objetivo de questionar e alertar para o modo em que pensamos o mundo, o fato de sermos uma espécie que recriou o seu habitat, vivendo, infelizmente, em desarmonia com os demais. Todo o desperdício dos recursos naturais coloca em risco a nossa espécie e as gerações futuras, porém, conforme mostrado no filme, felizmente existe a possibilidade da nossa geração mudar o jogo, repensar nossas ações e poupar gerações futuras.

O filme A última hora nos faz repensarmos da evolução do mundo e das pessoas. Desde os primórdios até a ascensão à grandes tecnologias e o impacto de tal evolução, em especial o impacto ao ecossistema e como a sociedade deve agir para mudar esse estado.

Os seres humanos são os responsáveis por grande parte da destruição da natureza, causando desmatamento, poluição, destruição de animais, incêndios, entre outros prejuízos que os homens vêm fazendo com o meio em que vivemos. Os reflexos dessa destruição são percebíveis como as mudanças climáticas.

 

É necessário portanto, uma mudança cultural para que as pessoas tomem consciência das influências que vêm construindo para o meio ambiente. Nos remota a ideia de que o ser humano foi inteligente o suficiente para aprimorar os mais variados trabalhos e utensílios e construírem grandes inovações e serviços que nos apresenta uma melhoria de vida, mas ainda não conseguiu solucionar os problemas causados por essa inteligência.

A obra se propõe a revelar os efeitos da ação humana na natureza, ao passar dos anos; todas as mudanças, as tragédias e a destruição que o ser humano vem causando no seu próprio lar.

O mais difícil na visualização do documentário talvez seja perceber que, de fato, nós é que somos a única causa da destruição do planeta. Todos os problemas pelos quais a Terra vem passando, tem uma única causa: nós, os seres humanos. E as consequências se voltam ironicamente não só para toda vida terrestre como para nós mesmos. O cuidado com o planeta nunca foi uma de nossas preocupações, já que o simples ato de jogar lixo no chão acaba culminando em enchentes, inundações, doenças. Irônico, ainda, é nos colocarmos como "a espécie mais inteligente" ou o "único animal racional". Que racionalidade é essa que põe a própria casa em risco de destruição?

A sensação que a obra transmite é a urgente necessidade de mudarmos nossa mentalidade, passarmos por uma transformação cultural. Somos os únicos que conseguem transmitir esse conhecimento cultural, sendo que por isso está nas nossas mãos, também obviamente por sermos os culpados, a salvação do planeta. E com isso não quero dizer que o mundo vai acabar; como já referido por muitos, o planeta vai conseguir sobreviver mais uma vez, mas o preço a ser pago por isso não é baixo.

A conclusão que se faz é que o ser humano consegue ser extremamente inteligente na criação de novas tecnologias, mas esquece de focar no mais básico: nossa morada, nosso futuro.

   É um documentário escrito por Al Gore ex-presidente dos Estados Unidoso qual tem como meta conscientizar a sociedade sobre a importância do meio ambiente em nossa vida. Ele começa a viajar pelo mundo mostrando o que o homem tem feito para contribuir com o aquecimento global. Durante o filme mostram pesquisas realizadas por cientistas comprovando que as catástrofes que vem ocorrendo é a maneira da natureza pedir socorro e assim coloca o homem como culpado de tudo que vem acontecendo no planeta. Gore tenta em suas viagens mostrar a necessidade de mudança imediata sobre nossos hábitos descontrolados de consumo e a exploração de recursos naturais.

    Assim nos fazendo refletir em como a sociedade esteve tão acomodada com os benefícios do capitalismo, que acabou esquecendo da parte importante que é a natureza, mas que agora vem se despertando com as constantes respostas da natureza. 

   As catástrofes que esta acontecendo mundo a fora, e a natureza requerendo o que lhe foi tirada. Após constante demonstração de furor por parte da natureza o mundo resolveu prestar mais atenção em seus atos criando projetos em pro ao meio ambiente. Tentando assim diminuir as destruições eminentes ao ecossistema a qual nos últimos anos vem ocorrendo com freqüência a fim de satisfazer as ambições do homem. 

 

O documentário “Uma verdade inconveniente”, produção do ex-candidato à presidência dos Estados Unidos, Al Gore, faz menção a uma preocupação crescente a cerca do superaquecimento global, provocado pelas emissões de CO2, bem como as consequentes devastações causadas na natureza pela poluição atmosférica.

O correto é que, em várias partes do mundo ocorrem catástrofes causas pela ação humana. São muitas interferências consecutivas na natureza, que destroem o planeta.  Obviamente que as respostas da natureza às agressões ambientais são evidentes.

O aquecimento global , fruto de uma era industrial e de um consumismo exacerbado, tem provocado muitas consequências.  Entre elas, pode-se citar as elevadas temperaturas no planeta, os ciclones, os furacões, o degelo das calotas polares, o surgimento de desertos, assim como um desequilíbrio de vários ecossistemas, atingindo várias espécies animais e vegetais.

Uma questão de extrema importância é sabermos como reagir para evitar tantos danos. De nada adianta se não relacionarmos as ações presentes com as consequências futuras. O crescimento desmedido irá ocasionar um custo muito alto para as futuras gerações. Daqui um tempo, pode-se deixar de respirar ar puro, teremos o surgimento de um novo clima e mais mortes, causadas pelas catástrofes naturais.

É preciso enfoque na conscientização, no desenvolvimento sustentável e no uso de técnicas limpas, para assim o planeta permanecer habitável. 

                O documentário Home aborda a origem do planeta Terra, desde sua criação até todas as formas de vida que nele se instalaram. Toda essa trajetória é marcada por cenas de ambientes que estão em nosso planeta.

                Entretanto o documentário da mais atenção a partir do momento em que o Homo Sapiens (homem inteligente) se inseri nesse ambiente, pois é nessa fase que ocorre as mudanças mais drásticas no ecossistema. Dentre os 4 bilhões de anos que a Terra possui, nos últimos anos, em que o ser humano aparece, e a medida que a população cresce, e novas formas de tecnologia vão sendo descobertas, o desperdício, a ganância, e principalmente o exagero aumentam, fazendo com que o planeta se desequilibre.             

                As novas tecnologias fazem com que o homem consuma exageradamente os recursos naturais em curtos espaços de tempo, havendo assim um desequilíbrio que vai desde o ecossistema, com a temperatura aumentando ano após ano, com geleiras cada vez menores, água se tornando um recurso raro e quando encontrado, facilmente não se encontra potável, até as desigualdades sociais, onde em alguns lugares haja um consumo exagerado e extravagante, e em outras existem pessoas que economizam ao máximo os recursos que têm para que na medida do possível aumentem sua expectativa de vida.

                Ao final do documentário, ele nos traz a mensagem que nem tudo está se encaminhando para o fim, com algumas soluções que países estão tendo, como fontes de energia alternativa, casas com placas para captar a luz do sol, direcionamento de gases poluentes, deslocamento de recursos na área militar para outros setores, como educação, saúde, que é o caso da Costa Rica, entre outras.

                Enfim, o ser humano têm que se conscientizar que o planeta Terra é sua casa e todo o recurso que ele oferece são de extrema importância para a vida no mesmo, então na medida que a população for crescendo e com os mesmos a tecnologia se desenvolvendo, cada vez mais tem-se que conciliar esses temas com os recursos naturais, construindo assim um mundo para todos e por mais muito tempo.

No documentário do ex-político e ativista Al Gore relata sua trajetória junto ao ativismo ambiental e político. Apesar de ter recebido um número em absoluto maior de votos, os processos eleitorais complexos dos EUA minaram a campanha vitoriosa contra George Bush. Desacreditado politicamente, passa então a concentrar seus recursos nas apresentações de slide que realiza ao redor do mundo. Além de contar uma parte da sua vida alerta sobre os diversos problemas que a revolução indústrial e o modo de produção de mercado podem agravar. O autor, além de desmentir uma série de mitos acerca do aquecimento global, propõe o desenvolvimento sustentável.

A vida pós-moderna permite a boa parte da população mundial, uma vida confortável. Com fácil acesso a alimentação, transporte, informação... muitas vezes o consumo exacerbado e desnecessário vem ás custas de grande depredação dos recursos naturais. Al Gore defende um uso mais consciente do que é ofertado pelo planeta em termos de recursos e de uma economia mais equilibrada e coesa. 

 Os avanços tecnológicos que permitiram um crescimento populacional expressivo nas ultimas décadas, além do salto quantitativo na melhoria de vida, e de porque não, melhoria social são os mesmos avanços que condenam a extinção a vida como se conhece. É imediata a necessidade de mudança do nosso modo de vida, ou então as consequências dos nossos atos podem trazer a extinção a nós mesmos. A Terra seguirá com seu curso, entretanto o homem e os outros seres, que figuram na vida como se conhece, desaparecerão. 

Vivemos durante milhares de anos dependendo unicamente da natureza: do solo, da água corrente, do sol. Ao longo do tempo fomos adquirindo conhecimentos, cada vez mais e mais, e foram estes que nos trouxeram a sociedade tecnológica e consumista em que vivemos. A revolução Industrial promoveu as bases para que, com o aumento da produção de alimentos e bens duráveis, e posteriormente, o incremento nos transportes e telecomunicações, a população mundial saltasse de forma incrível, de bilhão em bilhão, em cada vez menos tempo. O problema é que quanto mais pessoas precisam ser alimentadas e ter suas necessidades - fundamentais ou não - satisfeitas, mais retiramos da Terra, sem devolver.

O problema do aquecimento global, é, mais do que tudo, uma questão cultural. De nada adianta nos tempos modernos dizer para uma pessoa que ela não deve consumir tanto, que ela deve tentar produzir menos lixo, etc, etc, etc. Essa cultura consumista já está intrínseca em nós, e faz com que assumamos nosso papel de seres humanos e cada vez mais busquemos o luxo. Os efeitos disto são catastróficos: cada vez menos natureza deixamos para as próximas gerações. À frente do nosso pensamento está sempre a conquista de mais, pensamento capitalista, o anseio por bens. É nesse âmbito que o aquecimento global se mostra puramente uma questão econômica, pois enquanto nosso desejo pelo dinheiro se sobrepuser à natureza não conseguiremos tornar a Terra um local mais habitável para nosso filhos, netos, e até mesmo para nós.

O que não paramos para pensar é o quanto a natureza nos fornece, de graça, sem cobrar nada por isso. Pesquisas apontam que nem mesmo a econômia de todos os países do mundo somadas conseguiriam pagar essa conta. Mas não é nem mesmo apenas uma questão dinheirista, pense em como conseguiríamos polinizar todas as flores? fazer a água infiltrar nos solos e chegar aos lençóis freáticos? quão difícil não seria fazer o trabalho que as árvores fazem de "purificação" do milhares de m³ de ar?

O maior problema é que as pessoas não conseguem relacionar suas ações aos acontecimentos futuros. Se elas conseguissem perceber, por exemplo, que as àrvores cortadas podem gerar desertificação, que a mata retirada das montanhas pode acabar a absorção de água pelo solo, e que tudo isso tem reflexos econômicos, com a perda de nutrientes do solo, a perda das plantações e a consequente fome de toda uma região, talvez elas pensassem duas vezes antes de agir.

Nossas vidas e as próximas que virão devem ser mais importantes do que a economia, precisamos repensar nossos atos, repensar que somos parte da natureza, e não donos dela, e que uma hora os mesmo danos que causamos à ela nos afetarão também.

 

Júlia Padova Cornelius

Comentário baseado no filme "A última hora".

O documentário elaborado pelo ex-candidato à presidência dos Estados Unidos da América, Al Gore, intitulado “Uma verdade inconveniente”, aborda a questão do superaquecimento global, suas causas e suas possíveis conseqüências.

Como principal causa do superaquecimento global, o documentário elege a emissão de CO2 por ação humana, uma vez que o nosso modelo de desenvolvimento se baseia no consumo desenfreado por bens industrializados, sem levar em conta o preço ambiental que pode estar envolvido.

Como possíveis conseqüências, num prazo relativamente curto, poderá ocorrer a extinção de muitas espécies de seres vivos, mudanças climáticas severas, fome em decorrência de problemas na agricultura, intensificação -tanto em freqüência quanto em intensidade- de tempestades, dentre outras.

O documentário expõe argumentos que corroboram para o fato de que as autoridades mundiais sabem da inevitável catástrofe para a qual caminhamos, no entanto, negligenciam essa certeza pelos mais variados motivos, como por exemplo, interesses econômicos ou, tão somente, conformismo frente a algo que supostamente nada podem fazer.

Na minha opinião, no entanto, apesar dos fundamentos bastante convincentes apresentados no documentário, dando conta de que o planeta passa por um período histórico em que a temperatura da sua atmosfera se eleva em virtude da ação humana, e como conseqüência disso haverá de ocorrer uma catástrofe de proporções mundiais, há de se atentar para o fato de que existem outros estudos discordando dessas “certezas”.

Esses estudos que discordam das afirmações feitas no documentário, subestimam a capacidade humana no que concerne ao potencial de causar danos ao planeta, pelo menos na magnitude em que se especula, haja vista a insignificância das suas ações frente à desproporcional extensão das forças da natureza envolvidas.

Um dos questionamentos levantados pela “oposição” é a discutível afirmação de que, realmente, as temperaturas globais estejam a aumentar, haja vista que as medições são muito pontuais, tanto no tempo quanto no local considerado, sendo que, muitas vezes, estas são pouco abrangentes, não levando a conclusões absolutas e gerais.

Outro ponto contestado, levando em consideração a possibilidade de que o aquecimento global realmente ocorre, versa a cerca da autoria humana nesse processo, uma vez que transformações naturais inerentes ao planeta, programadas para ocorrer na presente época, estejam a se manifestar, sem, contudo, haver qualquer relação com as nossas ações. Seria, portanto, o puro e simples desenrolar de um ciclo geológico, o qual nos é estranho por ocorrer em dimensões temporais que extrapolam, inclusive, o histórico de observação da natureza pela ciência.

Portanto, diante das controvérsias que pautam a questão ambiental no presente, é necessário verificar os lados opostos e desenvolver uma consciência mais próxima de um meio termo, por ser esta, no meu entender, a postura mais sensata. No entanto, não devemos confundir meio termo com neutralidade, uma vez que a questão é de extrema importância e envolve a ameaça de deixarmos aos nossos descendentes, como herança, um planeta inóspito, resultado da omissão daqueles que optaram por se passar como meros espectadores, quando poderiam ter agido decisivamente e impedido tal ocorrência.  

J.A.D.

 

     O Documentário, escrito e estrelado pelo ex-candidato à Presidência dos Estados Unidos, Al Gore, que foi derrotado por Bush 2º em uma eleição controversa, é um documentário que procurar conscientizar, comprovar e, mais do que apenas esses interesses, convencer e seduzir o espectador a mudar sua atitude sobre o Aquecimento Global e o Efeito Estufa, que, segundo Gore, é tem causa primordialmente no ser humano. Apesar de ser um documentário é extremamente passional e emocional, ou seja, não é voltado ao campo científico, mas sim ao convencimento de uma parte da população através da apresentação de "verdades científicas incontestáveis".

    Apesar de extremamente passional o documentário merece elogios, sobretudo na linguagem e na apresentação - simples e diretas , que se fazem entender por gráficos didáticos -  e na fotografia, principalmente de belas paisagens -  que desaparecerão caso o Aquecimento Global continue acontecendo - e de áreas desoladas pelo Efeito Estufa e, consequentemente, pelo homem. A tese principal é o aumento da temperatura e do Efeito Estufa pelo acumulo de CO² (Gás Carbônico ou Dióxido de Carbono) na Atmosfera, cuja concentração vem aumentando com a temperatura subindo em mesma proporção, e cuja tendência é continuar a níveis ainda mais altos. Segundo Al Gore,  o maior responsável por essa emissão de gases é  o ser humano, que também deveria ser quem a combatesse.

  As soluções propostas por Al Gore, como a adoção de produtos mais eficientes energeticamente e o uso de fontes mais limpas de energia, não são fáceis e/ou rápidas. O Documentário é, obviamente, voltado aos Estados Unidos e é a ele que a maioria dos conselhos, soluções e "puxões de orelha" se destinam. Também muitas das informações de Gore são contestadas por diversos cientistas, no entanto, o documentário não deve ser encarado tanto pelo prisma acadêmico quanto pelo social, visto que apela ao lado emocional e não se abre a um debate.

 

No ano de 2006, em meio a toda a polêmica a respeito do aquecimento global, o então ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, elabora um documentário de título original “An Inconvenient Truth”, traduzido literalmente para “Uma Verdade Inconveniente”, onde o político e ativista ecológico defende a importância da conscientização de cada ser humano a respeito do seu papel na preservação e manutenção do planeta em que habitamos, assim como as sérias consequências do aquecimento global.

Al Gore apresenta um documentário rico em dados, como comparações de imagens de geleiras há anos atrás e hoje, provando a existência de um aquecimento global. Aspecto este em que é inegável a interferência humana. Como o próprio político trata no documentário, as pessoas costumavam pensar que nossas ações são tão ínfimas, que não fariam diferença. Mas fazem, pois a espessura da atmosfera pode também ser considerada “ínfima”.

“O que damos por certo pode não estar aqui para nossos filhos”. Com esta impactante frase, Al Gore abre os olhos dos espectadores para a realidade negligenciada. Como sabiamente colocou Churchill, a era da procrastinação acabou e deu lugar a era das consequências. O tão discutido aquecimento global nada mais é do que o resultado da negligência humana para com o planeta, a falta da consciência de todo prejuízo que pequenos atos podem trazer.

As consequências desse aquecimento global atingem níveis sem precedentes. As influências já podem ser percebidas até mesmo nos nichos ecológicos e cadeia alimentar, como apontam estudos realizados na Holanda. Na Antártica, a maior massa polar do planeta, capas de gelo estão desaparecendo em uma velocidade assustadora, até mesmo para os cientistas que analisam a área. Se continuar nesse ritmo, em alguns anos o nível dos oceanos no planeta pode chegar a subir 6 metros, trazendo consequências devastadoras. O mesmo acontece com a Groenlândia, que desaparece a cada ano em virtude deste aquecimento global.

Em poucas palavras, o documentário nos leva a refletir como pequenas mudanças diárias podem fazer toda diferença, e como falta uma verdadeira conscientização a respeito das sérias consequências trazidas por esse aquecimento. Al Gore enfatiza como a humanidade já enfrentou tantos problemas anteriormente e livrou-se deles: doenças, guerras, totalitarismos; como o homem já realizou coisas consideradas impossíveis, como por exemplo pisar na lua. Al Gore defende que, com esforço, não há o que a humanidade não consiga, que é possível reverter esta realidade e buscar a preservação e manutenção do planeta Terra como nós o conhecemos. 

 

O desenvolvimento de tecnologia sempre permitiu uma melhor adaptação do homem ao meio ambiente. Graças às tecnologias agrícolas podemos alimentar uma população bem maior do que a seria abastecida sem o uso delas.  A tecnologia nos permitiu habitar áreas inóspitas e viver mais confortavelmente. Entretanto, tudo isso teve um custo. E quem está pagando é a natureza.

O aumento nos usos dos combustíveis fósseis, a utilização de agrotóxicos, o descaso com o despejo de resíduos nos rios e mares, tudo isso vem devastando nosso planeta. Não sabemos ao certo o quanto mais nosso planeta vai resistir. Furacões, secas, chuvas desreguladas causando inundações, erosão, desabamentos, tudo isso parece ser um grito de socorro do nosso planeta.

Entretanto, porque não ouvimos? A resposta é simples: a economia. A economia sofreria um imenso baque se as tecnologias usadas sem escrúpulos atualmente tivessem que ser todas repensadas. Como as grandes empresas de extração e refinação do petróleo se sentiriam diante de medidas que visam à redução no uso dos combustíveis fósseis? E são elas, as grandes empresas, quem realmente mandam nos governos atuais. É graças a isso, que não vemos medidas efetivas e globais com relação à preservação do nosso lar. A questão que devemos fazer é: será que o planeta Terra tem um preço? Será que ele não estaria a acima de todo o mercado e deveria ser prioridade? Afinal, se a Terra se tornar inóspita, onde iremos morar?

Todas essas questões são colocadas no documentário, que busca atingir as pessoas de modo a repensar a sociedade consumista que vivemos. Afinal, a economia capitalista, globalizada que não dá a devida atenção às questões ecológicas, se sustenta com base nos gastos de nós como indivíduos. O próprio documentário traz a ideia de que quanto questionados sobre se querem uma atitude mais enfática por parte dos governantes para com as questões ecológicas, os indivíduos isolados prontamente respondem que sim. Entretanto, na realidade, quando a saída mais eficiente é frear o consumismo, aprender a consumir mais conscientemente, abandonar alguns luxos e confortos proporcionados pela tecnologia, vemos que a situação é outra, as pessoas tendem a ser retrair.

O documentário traz algumas medidas que poderiam ser tomadas no âmbito do direito para proteger nosso planeta. Seria preciso considerar a Terra um ente com direitos próprios, só assim se poderia protegê-la de maneira eficiente. Porém, para isto acontecer é preciso que os líderes se manifestem em conjunto, e isso, enquanto as grandes companhias é que estiverem por detrás deles, controlando-os como marionetes, continuarem ditando as regras, não irá acontecer.

O documentário "Uma Verdade Inconveniente" feito pelo ex-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Al Gore, trata dos problemas causados pela emissão de gases poluentes do efeito estufa, em especial o dióxido de carbono, e o seu efeito nocivo de causar o aquecimento global e a devastação ambiental em escala mundial.

As causas do aquecimento global são o aumento da produção industrial, o uso de fontes de energia poluentes e ultrapassadas como carvão, falta de eficiência de motores automobilíesticos, além do efeito causado pelo crescimento da população mundial no último século.

As grandes consequências do aquecimento global são o aumento no número de furacões, tornados, aumento da frequência de ondas de calor, as quais podem causar muitos estragos, omo na onda de calor europeia em 2005, derretimento de geleiras, como, por exemplo, a geleira do himalaia, que está diminuindo, e em caso de desaparecimento causaria uma queda no fornecimento de água de vários rios importantes da Ásia, e o derretimento das geleiras da Antártica e da groelândia, que levariam a um aumento no nível do mar, inundando várias áreas do Globo terrestre.

Um dos motivos apresentados no filme para explicar porqur a emissão de gases do efeito estufa é tão grande é o marasmo político e a falta de atitude por parte do governo estadounidense para controlar a poluição, a despeito das inúmeras tentativas de Al Gore em conscientizar os governantes americanos. Gore argumenta que a tomada de mediadas políticas para recerter o aquecimento global poderia levar os índices de poluição dos Estados Unidos de volta aos índices de antes da década de 1970, e que o esforço de proteção ambiental não é danos o para a economia e pode ajudar a criar empregos e melhorar a qualidade de vida, evitando um grande número de catástrofes.

As críticas feitas à ideia de aquecimento global são de pouco fundamento científico e o consenso científico é de que a temperatura aumentou no último século devido à ação humana e que as atitudes humanas são fundamentais em reduzi-la.

Tiago Luiz Tambosi

 

"Uma verdade inconveniente" é um documentário apresentado pelo ex-presidente americano Al Gore, que utiliza como base estudos científicos acerca do aquecimento global.

Apresenta como principal causador do efeito estufa e do aquecimento global, o aumento constante de emissão de CO2. Afirma que todos sabem o que deve ser feito, quais produtos consumir e de que forma agir, mas o problema não é a falta de conhecimento, mas sim a falta de vontade política e de atitude para que algo seja feito para tentar solucionar o problema.

Mostra a influência do homem nas mudanças climáticas em todo o planeta, resultado de seus maus hábitos de consumo e exploração descontrolada dos recursos naturais. Nunca na história essas mudanças ocorreram com tanta intensidade.

Embora seja um importante instrumento de conscientização para os riscos da crescente emissão de CO2 na atmosfera, muitos dos dados e conclusões são questionáveis, pois necessitam de mais estudos e reflexão, haja vista não haver um consenso entre os cientistas.

Mas a verdade é que a degradação ambiental é uma realidade e devemos urgentemente repensar nossos hábitos de consumo e nossa forma de produzir bens e energia, antes que esses danos se tornem irreversíveis, tornando a Terra, nosso lar, um lugar incapaz de sustentar a vida humana.

E essa atitude precisa partir de cada um de nós, não podemos esperar que os governos assumam essa responsabilidade sozinhos, devemos encarar o problema de frente, pois é nosso futuro e de toda a humanidade que está em jogo. 

Lucas John

               A saude de nosso planeta é uma coisa com que todos temos que nos preocupar nos dias de hoje. O     aquecimento global e as alterações climaticas afetem-nos todos os dias e tem consequencias muito graves para os  ecossistemas.Neste filme Al Gore apresenta uma visão bastante construtiva e também um tato quanto assustadora sobre este problema que ira nos perseguir no nosso futuro proximo fazendo-nos refletir. Como é por ele afirmado, "ainda temos tempo de escolher um futuro pelo qual nossos filhos irão um dia nos agradescer" , más para isso temos que tomar consciência dos nossos atos e tentar economizar o maximo dos nossos recursos naturais que ainda restam no planeta, para tal temos de sensibilizar toda a sociedade, pois estes problemas, não mais do que as consequencias de nossas proprias ações farão a diferença, portanto é preciso agir, hoje, agora, para que possamos ter um amanhã mais limpo, não nos podemos esquecer também que nós não somos os únicos a ser prejudicados com tudo isto, também os animais e as plantas dependem de nós para sua sobrevivencia no mundo.

O filme "Uma verdade inconveniente" foi um famoso documentário lançado no ano de 2006, e aborda primariamente os impactos causados por humanos na condição ambiental do planeta. Tornou-se popular em escolas e outras instituições de ensino pois o conteúdo do filme revela os estragos que conseguimos realizar em tão pouco tempo, criando, como resposta, um movimento contrário de consciência ambiental. Foi o estopim e principalmente, popularizador dos movimentos ambientais nesses últimos anos.

Um dos problemas centrais apresentados pelo filme é o aquecimento global que nasce da poluição humana, seja ela por fábricas, fazendas (gado) ou carros. Embora de fontes diferentes, todos esses produtores de CO2 contribuem para diminuir a quantidade de calor que escapa da Terra em direção ao espaço, criando no nosso planeta um efeito “estufa”, um aquecimento sem precedentes na história humana, e cujo impacto será global e com consequências terríveis.

Há outro ponto interessante levantado, o feedback positivo: mecanismo exemplificado, por exemplo, no derretimento das geleiras: o gelo é responsável por refletir parte da luz para fora da terra, diminuindo a temperatura, quanto mais gelo derreter, menos reflexão haverá, portanto mais gelo vai derreter, ou seja, um encadeamento de efeitos com resultados potencialmente desastrosos. Outro exemplo desse feedback é o derretimento de áreas com gelo permanente, como certas montanhas. Quando esse tipo de gelo some, não apenas deixa de refletir luz, mas também expõe faixas de solo mais suscetíveis à absorção da luz solar, aumentando mais ainda a temperatura da região. É possível compreender, conhecendo tais mecanismos, a perigosíssima corrida que estamos realizando contra o tempo. Quanto mais perto de um desastre ambiental estivermos, mais rápido ele chegará.

Por último, existe um movimento contrário à ideia de aquecimento global e que vem ganhando cada vez mais apoio. Surgiram um certo tempo depois do filme, esses grupos normalmente adotam visões anticientíficas, na qual a ideia de aquecimento global é apenas uma “mentira política”, cujo objetivo é desacelerar o crescimento dos países mais desenvolvidos, há até mesmo aqueles que dizem ser uma “conspiração”. Infelizmente, por mais que exista essa oposição, os efeitos do aquecimento global continuam a causar impactos naturais e será necessário a cooperação de muitos países e uma conscientização generalizada para amenizar o desequilíbrio ambiental.

Este documentário nos permite repensar de alguma forma o que estamos deixando de consequências para a Terra, desde o início de nosso desenvolvimento até o século vivente. 

A Terra até milhares de anos atrás era uma complexa e incrível obra resultante de bilhões de anos e que conseguia viver numa balança, a qual vez ou outra se desequilibrava, mas sempre conseguindo voltar perto de seu equilíbrio. A Terra nos deixou lugares paradisíacos, ambientes altamente propícios à vida, uma abundância de recursos naturais para o bom desenvolvimento humano. Contudo, quando (nós, humanos) aparecemos em cena fomos usufruindo desses recursos de forma cada vez mais exagerada, incontrolável e dominadora, sofrendo a Terra um desequilíbrio contínuo e sem solução.

O documentário, mostrando tudo o que damos de "recompensa" a Terra, nos faz pensar que não temos como solucionar hoje o que já fizemos desde o início da civilização e das Revoluções Industriais e continuamos fazendo ainda hoje, mas nos faz refletir que podemos, todos juntos, trazer ideias sustentáveis e menos consumidoras para o nosso bem viver e o bem viver das outras espécies de seres vivos que habitam a terra junto conosco. Podemos sim frear esse ritmo de enorme consumo e desejo por coisas materiais. Podemos fazer isso mais beneficamente mudando nosso próprio comportamento, não esperando somente que os governos, instituições e grupos sociais iniciem uma política de reeducação populacional. A educação é extremamente necessária para influenciar de forma positiva o pensamento daqueles que ainda não tem noção do que o mundo passa hoje em nossas mãos, mas não é a única e mais importante ação que deve ser feita. Dar o exemplo aos outros por via de sua própria atitude é o que de fato faz mudar a sociedade e seu modo de ver a sua casa (Terra). Para aqueles que veem diariamente os horrores que a Terra sofre em razão da incompetência humana devem estes se auto educar, terem o compromisso de agir perante o que a realidade se tornou. Não se deve mais permitir que grandes empresas, grandes governos, grandes potências econômicas dominem o único mundo que temos ao nosso dispor, e que nos permite ter a chance de viver uma vida digna e sustentável. Somos o que fazemos, mas o mundo é, principalmente, o que os mais fortes (nós, indivíduos particulares) fazem ou deixam de fazer.

O documentário "Verdade Inconveniente" realizado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, desenvolve a temática sobre o aquecimento global; em grande evidencia atualmente. Al Gore apregoa  que a sociedade, por meio de um consumo energético exacerbado, tem sido principal fator pelas recentes mudanças climáticas. De forma clara e sempre utilizando gráficos e estatísticas, o discurso vai criando forma, sensibilizando o espectador que acaba por acreditar piamente em seus dados. Antes de iniciar uma reflexão sobre o documentário, é importante salientar que este tema comporta inúmeras variáveis, o qual Al Gore utiliza sempre apenas uma linha de raciocínio.

Evidentemente, os dados apresentados no "Verdade Inconveniente" não podem ser desconsiderados, são padrões importantes para analisar o todo. No entanto, cientificamente não se pode concluir precipitadamente que um padrão será o resultado do todo. Ainda não há efetivamente pesquisas para avaliar se, por exemplo, a emissão de carbono é a principal responsável pelas mudanças climáticas. Pouco tempo atrás nomearam a Amazônia de "Pulmão do Mundo", caindo em descrença na comunidade cientifica após entenderem que, após estabilização do crescimento dos vegetais, há equilíbrio entre consumo de CO2 e liberação de O2. Não obstante, a temática sempre é envolvida em discursos apaixonados e de retórica invejável, fazendo com que boa parte da platéia que não possuí senso crítico acredite, todavia, este belo documentário deveria ser transmitido na sequência de outro documentário "A Grande Farsa do Aquecimento Global". Científico por científico, os dados e as crenças se colidem.

O que intriga é como o foco dos problemas sempre é o hábito, ou a indústria ou o próprio governo que não toma atitudes concretas. Contudo, porque não direcionar o foco do problema na sua própria raiz; o homem? Cada individuo em determinada região do mundo têm uma média de consumo energético, em que, quanto mais desenvolvida a região, maior seu consumo. Nunca é mencionado estes dados na temática, o próprio Al Gore possuí quatro filhos, imagine, numa condição bastante abastada, qual será o consumo energético deles a vida toda. Porque não citar políticas de controle populacional? Imagine o quanto é necessário para sustentar mais de sete bilhões de pessoas. Outro breve exemplo, por que não cessar a produção de bovinos? Bovinos produzem CH4 que é vinte e três vezes mais poderoso que o CO2, a soma destes animais pode poluir mais que toda a frota de veículos no mundo. Conclusão, além de ambientalista seja vegetariano.

De toda forma, é inegável a devastação do meio ambiente, sendo vital o bom senso da sociedade. O grande desafio do século XXI é aliar a tecnologia à qualidade de vida e manutenção do status quo de forma que cesse os danos ao meio ambiente e, possivelmente, reverta os estragos já contabilizados.

 

“Quando a última árvore cair, quando o último rio secar, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come.” Greenpeace. Um só pode não fazer grande diferença, mas se todos se unirem, cada um fazendo a sua parte, podemos mudar a situação.

Estamos vivendo de um modo sem se preocupar com as consequências. A evolução nos trouxe conforto, praticidade, novos meios de fazermos as coisas, porém também nos trouxe o aquecimento global, os furacões, tempestades, tsunamis. Os níveis de dióxido de carbono e monóxido de carbono estão aumentando como antes nunca visto, e as pessoas não se preocupam, ou pelo menos parecem não se preocupar, elas não estão interessadas em mudar seu modo de vida, e isso pode nos levar a um futuro incerto, tanto para ela quanto para seus filhos e os filhos deles.

Os governos estão tentando fazer sua parte, diminuindo as emissões e investindo em novas fontes de energia. Porém o país que mais afeta e polui não está fazendo a sua parte, e isso porque afirmam que irá afetar sua economia, embora algumas cidades já a façam.

Com algumas mudanças podemos diminuir as emissões de gases poluentes para níveis abaixo dos do ano de 1970, como cita o filme “Uma Verdade Inconveniente”. Se usássemos aparelhemos mais eficientes, com menos uso de energia, carros que utilizassem menos combustíveis fósseis, tecnologia renováveis e captura e sequestro de carbono, isso seria possível.

Com o aumento de gases, há uma menor perda de calor, em forma de radiação, de volta para o espaço e este calor retido aqui aumenta ainda mais a temperatura terrestre. Com esse aumento ocorre o derretimento das geleiras e um aumento do nível marítimo em até 6 metros, isso inundaria muitas das grande cidades hoje localizadas a nível do mar e os Países Baixos por exemplo.

O filme mostra aspectos bem interessantes sobre as mudanças ao passar do tempo, além de alertar sobre suas consequências e mostra o que poderia ser feito para reverter a situação. 

O filme "A Última Hora" faz uma reflexão importante sobre a atual relação do homem com o meio ambiente. Segundo o documentário, o homem baseia suas formas de sobrevivência e de produção na luz solar desde o seu surgimento. Antigamente, tudo que podíamos usar estava na chamada luz solar corrente – para sobreviver em áreas habitáveis e para plantações, por exemplo - e, dessa forma, o crescimento populacional era muito limitado, baixo e praticamente constante. Com a descoberta das reservas de luz solar e de energia e sua posterior utilização, como o carvão e o petróleo, foi possível desenvolver inúmeras outras técnicas não só de alimentação, como de transporte, de habitação e mesmo para a segurança da espécie.

Assim, o crescimento populacional elevou-se exponencialmente e também se diversificaram as atividades que o homem agora poderia desenvolver. Por consequência, houve o aumento da segurança da espécie, permitindo uma maior tranquilidade para pesquisa e desenvolvimento.

Esse aumento no crescimento generalizado refletiu diretamente na saúde do planeta: o aquecimento global, em detrimento do efeito estufa natural; a desestabilização dos ecossistemas; a poluição de rios, mares e oceanos; o aumento do nível de chuvas ácidas, a desertificação pelo desmatamento. Tudo isso é uma das possíveis consequências da produção de tecnologias espetaculares e, também, do domínio da química e posterior criação de novos compostos não existentes no Planeta naturalmente. É claro que, com a produção de moléculas estranhas ao planeta e a indiferença em seu despojamento – especialmente de gases não-naturais – afeta diretamente as condições naturais do globo, que simplesmente não está acostumado a tais condições.

Não se olvida que o homem esteja influenciando diretamente o aumento de problemas ambientais globais, mas discute-se até que ponto essa influência pode ser nociva ao Planeta ou, principalmente, se esse decurso de alterações – como a maior incidência de catástrofes naturais, o aumento de temperatura, a desertificação - não é consequência de uma tendência natural do Planeta.

De qualquer forma, é fato que a utilização exagerada e não precavida desses recursos, assim como a negligência para com a poluição causada pela utilização de inúmeros produtos, são grandes suspeitos de causarem a maioria das pestilências nos próprios homens – como o próprio câncer –. A própria solução encontrada pelo homem para viver melhor pode causar a sua destruição.

O grande inimigo da resposta à destruição do planeta é a própria ganância do homem. A ganância, representada pela economia corporativa globalizada, foi institucionalizada de tal forma a ser o principal mecanismo de domínio atual. O grande problema é que o poder de sensibilizar os líderes globais está no âmbito econômico. Dessa forma, ainda não se conseguiu dar eficácia às leis que fixam propósitos quanto à auto-sustentabilidade. O planeta é tratado como propriedade.

O crescimento econômico ainda é o foco dos líderes. O problema é a nossa forma de pensar; está na nossa cultura: somos ignorantes quanto às espécies que nos cercam e as suas peculiaridades, mas sabemos tudo sobre programas de televisão e marcas. É preciso mudar o objeto de desejo. Não é que o consumismo seja ruim, mas ele está descontrolado – frase que é marcante no filme.

Um dos principais meios de mudança deverá ser o direito. Em uma sociedade caracterizada pela divisão de poderes e pela crescente confiança no judiciário, é imprescindível que tenhamos eficácia nas leis que protegem o meio ambiente. Mesmo que a especialidade do direito seja regular e condenar o que já passou, é possível sim utilizar mecanismos de prevenção e de reeducação – como observamos, por exemplo, na funcionalidade teórica da pena no direito penal – para moldar um desenvolvimento sustentável. Mais do que isso, é preciso que o direito auxilie na mudança cultural, não diretamente em termos morais – pois essa é uma questão delicada para a teoria do direito - mas em termos de defesa do planeta: é preciso enfrentar o crescimento econômico descontrolado, aquele que negligencia a natureza e saúde de todos nós, como ele deve ser encarado.

Também nas questões internacionais o direito deve auxiliar. É muito importante que o sentimento de fraternidade alcance níveis supranacionais quando falamos na saúde do planeta, já que, apesar do respeito às soberanias existirem, um respeito maior aos recursos naturais deve vigorar. É somente com a supremacia de uma política global que reconstrua de forma inteligente nossas tecnologias que podemos pensar em um meio ambiente mais saudável e, mesmo – seguindo a linha do documentário – na sobrevivência da espécie humana. O desenvolvimento deve agora passar por uma reformulação em todos os seus aspectos, fato que não é simples – reinventar tudo - e muito menos lucrativo economicamente – pois o objetivo não é ganhar dinheiro, mas dar expectativa de vida à natureza -.

O filme HOME, nos transmite a visão sobre a evolução da vida desde quando nosso planeta foi criado, onde os vestígios do planeta antes, era só caos do fogo, formado pelo rastro de uma estrela, quando ali se deu o milagre da vida, até as consequências geradas pela revolução industrial.

Essa interligação da água e matéria depois de mais de 4 milhões de anos, ainda podemos observar  com os minerais que nos dão as cores da terra. Também fala dos solos que são a biodiversidade em que os microorganismos se transformam. Com isso, a terra se torna um milagre, onde a vida se torna ainda um mistério, isso pela formação de inúmeras famílias de animais, constituídas pelos hábitos de suas vivências adaptando-se até a atualidade, umas as outras.

A partir daí que entra a evolução humana, depois de alguns anos,conquistando seus espeços, onde deixaram de viver da caça. Inspirados, eles começaram a construir seus próprios meios de locomoção, como seus barcos.

Depois de muitos anos, vieram a ser fundadas as cidades, onde a sua única fonte de energia era extraído da própria natureza e da força braçal. Elas entretanto mudaram as perspectivas de vidas das pessoas. Começou a ter então seus comércios com intuito de tentar alargar seus horizontes, por conhecer seu limites e aí sobrecarregar em peso os animais que os domesticaram.

A primeira grande revolução foi a agricultura, onde deu origem as cidades e civilizações, controlando as energias dos animais para uso na agricultura, visando também a alimentação familiar, para controlar o mundo.

Com o descobrimento do petróleo, a civilização começou a abrir mão da enrgia braçal e animal, formando uma nova energia, onde o crecimento das cidades ouve uma tremenda revolução. O homem ai começou a fazer uso de máquinas, onde esqueceram a agricultura antiga para dar enfase na moderna, não se preocupando com os acidentes que poderia ocorrer.

Veio a poluição, que se distribuiu no ar, solo, animais, oceanos etc. Tudo isso é o fator para o aquecimento global, os gases com efeito estufa emitidos e que cada vez mais será prejudicial a todos, por causa dessa dependência personificada das máquinas. Seguindo assim, ficaremos sentados em ilhas de dinheiro num mar de pobreza esperando que as nuvens escuras mais adiante nos traga conforto em meio ao sufocante ar poluído.

Isso acontece porque quanto mais o mundo se desenvolve, maior se torna a cede por energia, deixando de lado o que tem de melhor na natureza. Tudo para satisfazer o volume da globalização, inquieta com o aumento da produção industrial para impulsionar o mundo.

Com esse impacto estamos a destruir o ciclo da vida que nos fora oferecido, continuando assim a extinção da especie, havendo um enorme desequilíbrio, não pensando na biodiversidade do planeta. Tudo isso é reflexo do comportamento humano.

O avanço tecnológico trouxe, inegavelmente, à sociedade moderna uma elevação na qualidade de vida. O crescimento populacional mundial graças ao avanço na área da medicina, a maior produtividade da agricultura para atender a esta demanda, os feitos incríveis da engenharia moderna, são apenas alguns dos avanços que a tecnologia moderna nos proporcionou. Entretanto, esta busca tecnológica trouxe efeitos colaterais que podem custar a própria existência da raça humana.

Segundo o documentário “Uma verdade inconveniente”, que detalha os problemas atuais no planeta devido à grande exploração que sofre diariamente, os benefícios que a tecnologia trouxe à sociedade são incontestáveis, porém, o uso indiscriminado e irresponsável de algumas delas traz consequências que podem nos custar muito caro.

A partir da Revolução Industrial e da criação das grandes fábricas, a mão de obra humana foi trocada pela mecânica, surgindo a necessidade de buscar meios energéticos para sua sustentação, meios esses que hoje sabemos os danos que causam. Atualmente os dados são alarmantes, o degelo das calotas polares através do aquecimento global se mostra cada vez mais presente, gerando catástrofes e desequilíbrios ambientais no mundo inteiro, infelizmente, pouco está a se fazer. A tecnologia avança cada vez mais, entretanto, as medidas para conter os problemas ambientais ainda são ínfimas perto das realmente necessárias.